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O deputado federal Nelson Marquezelli (PTB-SP) entregou, na quarta-feira (04/05), a sua contribuição à Comissão Especial da Regularização dos Jogos no Brasil que poderão fazer parte do relatório final a ser apreciado pelo colegiado.
Nas sugestões apresentadas, tendo como modelo as indústrias de jogos consolidadas em várias partes do mundo, os recursos arrecadados das apostas em todas as modalidades serão fatiados da seguinte maneira: 50% para União, 30% para estados e Distrito Federal e 20% ficarão com os municípios. Os entes públicos federados serão remunerados ainda em 17% da receita prevista nas concessões mediante cobrança mensal de tributos pelas autorizações dos jogos.

O deputado federal Nelson Marquezelli (PTB-SP) apresentou relatório favorável à concessão de descontos especiais nas tarifas de energia elétrica utilizada em irrigação, aquicultura e exploração de poços semi-artesianos para dessedentação humana.
O projeto de nº 3.392/15 é de autoria do parlamentar Beto Rosado (PP/RN) tramita na Comissão da Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Capadr), o relator Marquezelli

O deputado Nelson Marquezelli entregou a sua contribuição à Comissão Especial da Regularização dos Jogos no Brasil.

Dentre os pontos de destaque da proposta está aprovação de autorização para todas as modalidades de jogos. “São sugestões para um projeto de lei moderno, que dará segurança jurídica a investidores, jogadores e ao governo”, garantiu o parlamentar.

Pelos cálculos da proposta, serão arrecadados mais de R$ 2 bilhões somente com as autorizações e concessões. Acesse a íntegra do texto.

 

 

Uma das maiores preocupações do mundo é a disponibilidade de alimentos e a redução da fome em nosso Planeta. Essa semana ocorreu, em Ribeirão Preto, a 33ª Agrishow, maior feira agrícola da América Latina. Em seus fóruns de discussão o grande debate foi dar resposta à demanda por alimentos de boa qualidade e a procura mundial pelos produtos agrícolas brasileiros.
Muito se falou sobre os subsídios agrícolas da Europa e dos Estados Unidos, posição que repudiamos e que precisa ser mudado.

Depois de uma longa jornada, a Câmara dos Deputados, através de 367 Deputados admitiu a abertura do processo de impeachment sobre a Presidente da República.  Meu voto acompanhou a decisão do meu partido – O PTB, principalmente após a Comissão Especial aprovar o parecer  apresentado pelo meu líder, Deputado Jovair Arantes. Certamente, aguardamos uma definição mais rápida do Senado Federal no sentido de devolvermos um novo ritmo para a economia brasileira. Tenho a plena confiança que Michel Temer irá restaurar a dignidade do cargo e poderá mudar os rumos das relações com a sociedade brasileira. Nessa nova gestão, vamos buscar o diálogo para que façamos reformas estruturantes, tais como: um novo pacto federativo,  onde os municípios sejam valorizados, a agricultura mais competitiva com uma redução nos gargalos logísticos e acesso a  mercados não explorados, haja mais  recursos para a inovação e a melhoria da educação e saúde. Reitero que são pontos importantes para o novo governo.

Não trabalho politicamente sob o manto da intransigência dos fanáticos e a intolerância dos sectários. Sou um homem de compreensão, partidário, e respeito aos contrários daquilo que comungo como ideias e nunca fugi às exigências do cumprimento do dever político, nas quais não transijo.Respeito os meus eleitores e nunca deixei de ter as tenho sete mandatos consecutivos de Deputado Federal e 34 anos de Partido Trabalhista Brasileiro. Fui Líder do Governo Collor, Vice-Líder do Governo em várias ocasiões, 4º Secretário, Procurador Parlamentar e Ouvidor Geral da Câmara dos Deputados.

    A sociedade brasileira está em plena ebulição e Brasília ferve politicamente com os embates, muitos de fundo ideológico, em que a prevalência do bom senso está sendo solapada pelos gritos e tentativas de interpretar (sob sua ótica) os critérios jurídicos que devem imperar numa democracia.
    Discussões sobre o prisma da aplicação das regras gerais do processo de Impeachment já foram decididas pelo Supremo Tribunal Federal e sob essa decisão é a Câmara dos Deputados está pautando a sua atuação.
  

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